Eletrônica embarcada, ABS e Air Bag

Eletrônica Embarcada

A eletrônica do automóvel está se tornando cada vez mais complexa, graças a tecnologias avançadas cuja finalidade é controlar todos os dispositivos possíveis. Ignição eletrônica, Injeção Eletrônica, ABS, Sistemas de Conforto, Segurança são exemplos de onde a eletrônica está presente.

O termo “eletrônica embarcada” é comumente utilizado para designar os equipamentos usados em automóveis, que visa fornecer um sistema inteligente que possa interagir com dispositivos capazes de realizar algum tipo de ação num veículo, com sensores que informem quando essas ações precisam ser executadas ou quando não podem, aumentando principalmente a segurança.

 

O ABS

O coeficiente de atrito dinâmico (quando as rodas deslizam) é menor do que o coeficiente de atrito estático (quando as rodas estão em aderência com o solo).

Isso significa que, numa frenagem, o espaço exigido para a parada é menor quando as rodas não deslizam.

A finalidade do ABS (Anti-Lock Break System) é justamente essa: aplicar o máximo de força de frenagem possível à roda, mas sem deixá-la travar (escorregar).

Para conseguir isso o sistema conta com sensores eletrônicos de rotação nas rodas, um microprocessador central e um modulador hidráulico.

 

O Airbag

Eis um outro dispositivo complementar de segurança importante nos veículos atuais.

Esse dispositivo, aliado ao cinto de segurança, protege o motorista e eventual passageiro contra os efeitos de um impacto  no veículo.

O sistema não é ativado em caso de impactos traseiros ou ainda em caso de capotamento. O acionamento do Air Bag ocorre somente se o impacto ocorrer dentro de um ângulo máximo de 30 graus em relação ao movimento frontal ou através de informações dos sensores de impacto lateral . 

Os sensores que determinam o instante do disparo de um air-bag são interligados à unidade de comando do sistema.

O princípio de funcionamento do sistema é simples de se entender:

A bolsa contém um gás gerador químico em estado sólido. Esses gases ficam armazenados numa câmara de metal atrás das bolsas que são lacradas.

Quando a unidade de comando recebe o sinal de impacto do veículo, uma corrente elétrica é aplicada à bolsa provocando a ignição do gás gerador.

Esse gás queima-se rapidamente na câmara de metal fazendo com que seja produzida uma certa quantidade de nitrogênio e dióxido de carbono que se expandem enchendo a bolsa.

O processo de expansão do gás e enchimento da bolsa faz com que a cobertura da tampa de acabamento se rompa.

 

Eletrônica embarcada, ABS e Air Bag